A calculadora do seguro-desemprego 2026 abaixo usa a tabela oficial que vale desde 11 de janeiro: piso de R$ 1.621,00, teto de R$ 2.518,65 e a média dos seus três últimos salários. Preencha e ela devolve o valor da parcela, quantas parcelas, até que dia dá pra pedir e por quantos meses esse dinheiro segura as suas contas.
Tabela oficial vigente desde 11/01/2026
Calculadora do seguro-desemprego 2026
Valor da parcela, quantas parcelas, até que dia dá para pedir e por quantos meses esse dinheiro segura as suas contas.
1. Sua situação
É com ela que a calculadora descobre o seu prazo e a data limite do pedido.
2. Tempo de trabalho
Na 1ª solicitação o sistema olha os últimos 18 meses e exige pelo menos 12 trabalhados.
3. Seus três últimos salários
Tem só um ou dois contracheques na mão? Preencha o que tiver. A calculadora avisa no resultado que a média saiu incompleta.
3. Como funciona para o doméstico
Aqui a conta não depende do seu salário. O empregado doméstico dispensado sem justa causa recebe 3 parcelas de 1 salário mínimo cada, e a carência é de 15 meses de FGTS recolhidos nos últimos 24. Por isso os campos de salário somem da tela.
4. O fôlego que esse dinheiro te dá
Aluguel, luz, água, mercado, parcelas, transporte. É opcional, mas é o campo que responde a pergunta que interessa: por quantos meses dá para respirar.
Marque o que for o seu caso hoje
Por quanto tempo esse dinheiro segura
—
O seu prazo para pedir
—
Quando cada parcela tende a cair
Estimativa contada a partir do 7º dia depois da demissão, com a primeira parcela em até 30 dias do requerimento aprovado. O calendário oficial é o do Ministério do Trabalho.
Pontos que podem travar o seu pedido
A conta, passo a passo
Tabela 2026: piso de R$ 1.621,00 e teto de R$ 2.518,65, reajuste de 3,90% pelo INPC, vigência desde 11 de janeiro de 2026.
Esta calculadora é uma estimativa para você se planejar. Quem decide o direito, o número de parcelas e o valor final é o Ministério do Trabalho e Emprego, a partir dos dados do seu requerimento.
Gratuita, sem cadastro e atualizada com o reajuste de 3,90% pelo INPC. Quem confirma o valor final é o Ministério do Trabalho.
Como ler o número que apareceu na tela
O valor grande é o de cada parcela, não o total. Quem olha só pra ele erra o tamanho do aperto.
Olha o que interessa de verdade: o campo do total e o campo do fôlego. Se você informou quanto sai da sua conta por mês, a calculadora compara as duas coisas. Ganhava R$ 3.000 e gasta R$ 2.800? A parcela vai ficar perto de R$ 2.166, e cada mês vai abrir um buraco de mais de seiscentos reais no seu orçamento. Esse buraco é o tamanho do corte que precisa acontecer na primeira semana, enquanto ainda existe dinheiro para escolher onde cortar.
Se o fôlego deu menos meses do que o número de parcelas, o problema não é o benefício. É o custo fixo.
Por que a calculadora pede três salários e não só o último
Porque a conta oficial usa a média dos três últimos meses trabalhados. Não o último, não o maior dos três. A média.
Na prática isso muda o resultado de muita gente. Aquele mês com comissão gorda puxa a média pra cima, mas esbarra no teto rápido. E um mês mais fraco entra na conta do mesmo jeito, puxando pra baixo. Teve afastamento, férias ou mês quebrado nesse período? Preencha os três campos mesmo assim, porque o número que você tem na cabeça provavelmente não é o que o sistema vai usar. Se só tiver um ou dois contracheques, a calculadora aceita e avisa no resultado que a média saiu incompleta.
Quantas parcelas você recebe, e por que cinco não é o padrão
Cinco parcelas é o máximo, não a regra. Esse número sai de duas coisas ao mesmo tempo: quanto tempo você trabalhou e quantas vezes já pediu o benefício na vida.
| Meses trabalhados | 1ª solicitação | 2ª solicitação | 3ª ou mais |
|---|---|---|---|
| 6 a 8 meses | sem direito | sem direito | 3 parcelas |
| 9 a 11 meses | sem direito | 3 parcelas | 3 parcelas |
| 12 a 23 meses | 4 parcelas | 4 parcelas | 4 parcelas |
| 24 meses ou mais | 5 parcelas | 5 parcelas | 5 parcelas |
Repara na primeira coluna: na estreia não existe faixa de 3 parcelas. Ou você tem 12 meses trabalhados nos últimos 18, ou não tem direito ainda. Da terceira solicitação em diante a exigência cai pros 6 meses imediatamente anteriores à demissão, e aí sim as 3 parcelas aparecem.
Já sabe o valor. Falta saber o que fazer com ele.
Cadastre seu e-mail e receba a Planilha de Orçamento. Ela separa conta fixa do que dá pra segurar e mostra até que mês as suas parcelas realmente cobrem as contas que não dá pra cortar.
Você recebe a planilha e orientações sobre organização financeira. Cancela quando quiser. Seus dados estão protegidos pela nossa Política de Privacidade.
O campo da data é o que mais salva gente
Poucas calculadoras pedem a data da demissão. Essa pede, e por um motivo bem prático: o pedido só vale do 7º ao 120º dia depois do desligamento. Passou disso, o direito daquela dispensa em geral caduca, e não existe recurso que devolva o prazo.
Quando você informa a data, a tela te mostra o dia em que o pedido abre, o dia em que ele fecha e quantos dias ainda restam. Pra empregado doméstico o limite é menor, 90 dias, e a calculadora já ajusta sozinha.
Junto vem o calendário estimado das parcelas. É estimativa, não é o cronograma oficial, mas serve pra você saber em que semana o dinheiro tende a entrar e não combinar pagamento pra antes disso.
Por que tem um campo perguntando do seu MEI
Porque CNPJ ativo é o bloqueio número um, e quase ninguém descobre a tempo. Não importa se você nunca emitiu uma nota. Basta ter empresa aberta no seu CPF: o sistema cruza os dados e presume renda.
Quando isso acontece não existe liberação automática. A saída é recurso administrativo com documento comprovando inatividade, e sem garantia nenhuma de aprovação. Se você tem MEI e pretende pedir o seguro, resolva isso antes de dar entrada. Depois vira uma briga que come semanas que você não tem.
Empregado doméstico faz uma conta completamente diferente
Marque a opção lá em cima e os campos de salário somem da tela. Não é falha: é que aqui o salário não entra na conta. São 3 parcelas fixas de 1 salário mínimo cada, R$ 1.621,00 em 2026, e a carência é de 15 meses de FGTS recolhidos nos últimos 24.
Pescador artesanal no defeso, trabalhador resgatado e bolsa-qualificação têm regras próprias e ficam fora desta calculadora.
Pra continuar daqui:
- Seguro-desemprego 2026: quem tem direito e as regras completas
- Como organizar as finanças depois de perder o emprego
- Por que o score não sobe e o que fazer em cada caso
Obrigado por ter chegado até aqui. Se a calculadora te poupou uma ida ao balcão ou te mostrou um prazo que você ia deixar passar, ela cumpriu o que a gente queria.
Perguntas frequentes
Qual o valor do seguro-desemprego em 2026?
A calculadora serve se eu só tenho um contracheque?
MEI bloqueia o seguro-desemprego?
Acordo pelo artigo 484-A dá direito ao seguro?
Se eu arrumar emprego antes de acabar as parcelas, perco o resto?
Dá para antecipar as parcelas ou sacar tudo de uma vez?
FONTES E REFERÊNCIAS
- Ministério do Trabalho e Emprego, seguro-desemprego, reajuste de 3,90% pelo INPC com vigência em 11/01/2026. Abrir
- Lei nº 7.998/1990, Programa do Seguro-Desemprego. Abrir
- Lei nº 13.134/2015, carência e número de parcelas. Abrir
- Lei nº 8.900/1994, suspensão e cancelamento do benefício. Abrir
- Resolução CODEFAT nº 957/2022, critérios de reajuste das faixas.
- Valores e fórmulas conferidos em 29/09/2026.








